Rosal Silvestre - Poesia (Parte I - da 1 à 78)
À minha querida mãe e mãe dos meus oito irmãos, no centenário do seu nascimento.
1885-1985 (I parte completa)
Francisco Madeira Martins
[17-10-2002]
Aguarelas Mindericas - Poesias (Parte I - da 1 à 81)
Prefácio de outrem não tenho,
que, por doença,
o padrinho me faltou;
daí que venho apresentar-me sózinho. (completo)
Francisco Madeira Martins
[13-09-2002]
Aguarelas Mindericas - Poesias (Parte II - da 82 à 121)
A meu pai, com imensa pena
de não colocar-lhe nas mãos
este livro, no ano centenário
do seu nascimento
e primeiro da sua morte
1877 - 1977 (completo)
Francisco Madeira Martins
[12-09-2002]
Saudade
Antigamente
Quando a Banda saía
Manuel Capaz da Silva Achega
[24-07-2002]
Feira da Sant'Ana
Anda a aldeia alvoraçada
Com a feira de Santana
João Gonçalves Vigário
[24-07-2002]
Aos Quarentões
Honroso privilégio é dessa gente
Que , ano após ano , aqui na freguesia,
Francisco Madeira Martins
[24-07-2002]
Cancioneiro
Minde tinha, antigamente,
Uma igreja e três capelas,
Francisco Madeira Martins
[24-07-2002]
Minde em 1947
Mantas de Minde têm fama
Tecidas bem a preceito
Cónego Carlos Silva
[23-07-2002]
Mantas da Nossa Terra
Mantas da nossa Terra
Tão boas tão catitas
José da Silva Júnior
[23-07-2002]
A Marcha do Carro Velho
O São João fez um dia
Uma linda fonte no prado;
João Rebocho
[23-07-2002]
Saudades da Mata
Em tempos passados nas tardes de Verão
Chegavam à Mata cheios de alegria
Maria Ilda Capaz
[23-07-2002]
Vila de Minde
Minde
Linda terra portuguesa
Manuel Capaz da Silva Achega
[23-07-2002]
Mãe
Nos momentos de triunfo,
Quando tudo é parabém,
Padre Carlos Silva
[05-07-2002]
Os Lusíadas Canto Primeiro
As armas e os Barões assinalados ...
Luís Vaz de Camões
[12-06-2002]
Os Lusíadas Canto Segundo
Já neste tempo o lúcido Planeta ...
Luís Vaz de Camões
[12-06-2002]
Os Lusíadas Canto Terceiro
Agora tu , Calíope , me ensina ...
Luís Vaz de Camões
[12-06-2002]
Os Lusíadas Canto Quarto
Despois de procelosa tempestade ...
Luís Vaz de Camões
[12-06-2002]
Os Lusíadas Canto Quinto
Estas sentenças tais o velho honrado ...
Luís Vaz de Camões
[12-06-2002]
Os Lusíadas Canto Sexto
Não sabia em que modo festejasse ...
Luís Vaz de Camões
[12-06-2002]
Os Lusíadas Canto Sétimo
Já se viam chegados junto à terra ...
Luís Vaz de Camões
[12-06-2002]
Os Lusíadas Canto Oitavo
Na primeira figura se detinha ...
Luís Vaz de Camões
[12-06-2002]
Os Lusíadas Canto Nono
Tiveram longamente na cidade ...
Luís Vaz de Camões
[12-06-2002]
Os Lusíadas Canto Décimo
Mas já o claro amador da Larisseia ...
Luís Vaz de Camões
[12-06-2002]
Cantar de Amigo
À beira do rio fui dançar...Dançando
José Régio
[24-05-2002]
A criança que fui chora na estrada
A criança que fui chora na estrada.
Deixei-a ali quando vim ser quem sou;
Fernando Pessoa
[24-05-2002]
Alguns poemas
O Jaime é um bom rapaz
D’isso sabe muita gente
António Carlos Silvestre Coelho Achega
,
João Coelho Achega
[06-02-2002]
Na vida!
Na vida!
Morre lentamente quem se transforma em escravo do
Pablo Neruda
[16-01-2002]
Moinhos ao Vento
Que é feito do teu moleiro,
Loinho que está ao vento?
Maria Rosa Borralho Neto
[01-01-2002]
Lenga-lenga cantada em Minde nas colheitas dos anos 30
Maria Ilda Capaz Assunção recorda assim uma velha lenga-lenga que se cantava em Minde por ocasião das colheitas dos anos 1930.
Maria Ilda Capaz Assunção
[01-01-2002]
Podemos saber o nome de um pássaro em todas as línguas do mundo, mas no fim, não sabermos nada sobre esse pássaro... Por isso, vamos olhar para o pássaro e ver o que ele está a fazer – é isso que interessa. Eu aprendi bem cedo a diferença entre saber o nome de algo e saber algo
"Recomeça… se puderes, sem angústia e sem pressa e os passos que deres, nesse caminho duro do futuro, dá-os em liberdade, enquanto não alcances não descanses, de nenhum fruto queiras só metade.”